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“SÓ TEM RELATOS E NADA DE FATOS”

Em tempos recentes, algumas publicações tentaram criar uma narrativa negativa sobre a Femcafé 2026 usando um roteiro já conhecido: muito achismo, exagero, ilações e quase nenhum dado concreto.

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É impressionante como determinados canais sobrevivem exclusivamente da crítica vazia. Não apresentam documento, número oficial, relatório técnico ou prova objetiva. Apenas relatos soltos transformados em espetáculo digital para gerar engajamento.

A realidade, porém, é muito maior que a bolha da reclamação.

A Femcafé 2026 colocou Patrocínio em evidência estadual e nacional, movimentou milhões na economia local, fortaleceu hotéis, restaurantes, comércio, empregos temporários e trouxe uma das maiores estruturas de entretenimento já vistas na região.

E existe uma diferença importante que muita gente parece ignorar por conveniência ou limitação argumentativa: os shows são custeados pela Prefeitura dentro da política de valorização cultural e movimentação econômica do município. Já a organização operacional da festa, estrutura interna e serviços do parque são de responsabilidade do Sindicato Rural e das empresas contratadas.

Misturar tudo de maneira proposital apenas para atacar politicamente o evento é desonestidade intelectual.

Outro ponto curioso foi a tentativa de envolver o Procon numa narrativa artificial de “omissão”. O órgão simplesmente não possui atribuição legal para atuar como administrador permanente de festa de parceria público/privado ou fiscal de preço de salgadinho em evento temporário.

O Procon atua mediante competência legal, denúncia formal e procedimento administrativo. Isso se chama responsabilidade institucional — não populismo de internet.

Aliás, chamar qualquer preço elevado de “assalto” sem análise técnica virou moda em rede social. Evento de grande porte possui logística cara, contratação milionária, custos operacionais elevados e dinâmica comercial própria. Gostar ou não do preço é diferente de comprovar infração consumerista.

Também chama atenção o fato de que os mesmos críticos ignoram completamente os aspectos positivos da festa: segurança reforçada, repercussão estadual, presença de grandes lideranças políticas, fortalecimento do agronegócio, turismo aquecido e enorme participação popular.

E existe ainda um detalhe simbólico que muita gente percebeu: a Femcafé 2026 mostrou ao “Boca Torta” o que é organização, grandeza estrutural e capacidade real de colocar Patrocínio no mapa estadual e nacional.

Me impressiona o quanto o “Fatos e Relatos” é triste. Não existe absolutamente nada de bom. Só publica reclamação, crítica vazia e narrativa negativa. Parece incapaz de enxergar qualquer aspecto positivo, qualquer avanço ou qualquer conquista da própria cidade.

No fim, sobra aquilo que já ficou evidente para muita gente: algumas páginas deixaram de informar faz tempo e passaram a viver exclusivamente de crítica, insinuação e narrativa negativa.

O Procon não é obrigado a manter fiscalização permanente dentro da Femcafé ou de qualquer evento festivo privado apenas porque existe reclamação em rede social.

O que define a atuação do Procon é a competência legal prevista no Código de Defesa do Consumidor, além da estrutura operacional e das prioridades administrativas do órgão.

  • Eventos temporários possuem dinâmica diferente de estabelecimentos permanentes como supermercados, bancos ou postos de combustíveis.

Além disso, no caso da Femcafé, existe divisão institucional clara:

  • Prefeitura: apoio institucional e contratação de shows.
  • Sindicato Rural/organizadores: operação interna do evento, estrutura, comercialização de espaços, alimentação e serviços.

Outro ponto importante: preço alto, sozinho, não configura automaticamente abuso. Para caracterizar prática abusiva é necessária análise técnica, comparação de mercado, margem de vantagem excessiva e outros critérios jurídicos.

O Procon não atua com base em “sensação de caro” publicada na internet. Atua com procedimento administrativo, prova, denúncia formal e fundamentação legal.

Então a narrativa de que “o Procon sumiu da festa” é mais política e emocional do que jurídica.

O “Fatos e Relatos” já pode mudar de nome para “Reclamações e Ilações”.

Porque quando faltam fatos, sobram relatos.

 

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