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No céu de Patrocínio, a Esquadrilha da Fumaça desenhou o coração que a cidade já conhece de cor

Esquadrilha da Fumaça desenhou coração sobre a cidade e reavivou o símbolo da campanha "Faz o Coração"; prefeito anunciou Hospital Municipal, novas UBS's e novos ônibus para pacientes oncológicos, enquanto Weliton Prado confirmou repasse federal decisivo para inauguração em julho

Um coração rasgou o céu de Patrocínio nesta sexta-feira, 27 de março. A Esquadrilha da Fumaça desenhou a figura sobre a cidade com a precisão de quem ensaiou cada curva — e o público que assistia do chão não precisou de legenda.

Em segundos, o símbolo tomou grupos de WhatsApp e redes sociais, carregando consigo uma memória que Patrocínio ainda tem fresca: Faz o Coração, o slogan que acompanhou Gustavo Brasileiro do início da campanha até a virada para o Palácio dos Leões.

O coração no céu não foi planejado como metáfora. Mas funcionou como uma. Ali estava, visível para toda a cidade, o mesmo símbolo que resumiu a proposta de um prefeito que construiu sua caminhada política sobre uma ideia simples e difícil de executar: governar com empatia, sem acepção de pessoas, olhando para cada cidadão como alguém que merece atenção de verdade. A comunidade reconheceu na hora. E divulgou.

No palco montado no Hospital de Amor, Gustavo Brasileiro transformou o evento em palanque de conquistas concretas. Anunciou o Hospital Municipal, novas Unidades Básicas de Saúde e confirmou novos ônibus para o transporte de pacientes oncológicos em tratamento em Jales. Cada anúncio carregou a mesma assinatura: a de uma gestão que escolhe olhar para quem mais precisa antes de olhar para qualquer outra coisa.

O deputado federal Weliton Prado reforçou o dia com números. Confirmou R$ 16 milhões em recursos federais destinados ao Hospital do Amor — R$ 4 milhões para concluir a segunda etapa das obras, R$ 2 milhões para móveis e equipamentos através do prefeito Gustavo Brasileiro e R$ 10 milhões para iniciar a terceira etapa, voltada à radiologia. O presidente da instituição, Thiago Miranda, fixou a data que a população aguardava: 3 de julho de 2026. A cidade tem prazo.

O secretário de Obras, Thiago Malagoli, usou o microfone para agradecer — e para cobrar. Sem meias palavras, criticou a gestão anterior, que, segundo ele, perseguiu e travou ativamente o avanço das obras do hospital. A fala escancarou o que parte da cidade já suspeitava: o hospital demorou mais do que precisava, não por falta de recurso ou técnica, mas por escolha política de quem governava antes.

Quem ficou do lado de fora viveu o espetáculo sem precisar de contexto.

A Esquadrilha da Fumaça cortou o céu sobre a Avenida Radialista Pedro Alves do Nascimento com manobras que pararam famílias inteiras. Crianças apontaram. Adultos filmaram. E o coração de fumaça ficou suspenso sobre Patrocínio por tempo suficiente para que todos entendessem, cada um do seu jeito, o que aquele símbolo significa quando Gustavo Brasileiro está no palco abaixo dele.

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