Gestão de frota vira caso de polícia e expõe fragilidade em controle de empresas em Patrocínio
PM estima prejuízo de R$ 588 mil em suposto esquema de transferências irregulares; caso levanta questionamentos sobre falhas internas e responsabilidade administrativa
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Uma operação da Polícia Militar na manhã desta quarta-feira (4) colocou sob suspeita a gestão de veículos de empresas de Patrocínio e abriu uma discussão incômoda: como 11 automóveis são transferidos sem que os proprietários percebam?
Segundo o 46º Batalhão da PM, o prejuízo estimado chega a R$ 588,6 mil. A apuração preliminar aponta que uma funcionária de 33 anos, responsável pela administração de frotas, teria transferido os veículos para o nome de sua companheira, de 50 anos, entre 2024 e 2026. As duas foram conduzidas à Delegacia de Polícia Civil para prestar esclarecimentos.
De acordo com o registro policial, os documentos de transferência teriam sido inseridos entre papéis administrativos rotineiros, levados à assinatura sem destaque específico. A versão, se confirmada, não apenas indicaria fraude, mas revelaria falhas graves nos mecanismos internos de conferência e validação documental das empresas envolvidas.
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Até agora, dois veículos foram localizados e encaminhados ao pátio credenciado do Detran. Os demais seguem sendo procurados com apoio da Delegacia de Trânsito.
O caso, ainda em fase inicial de investigação, ultrapassa a esfera criminal e alcança a gestão empresarial. Especialistas ouvidos pela reportagem apontam que processos de assinatura sem leitura detalhada, ausência de dupla checagem e falta de auditoria interna costumam abrir brechas para irregularidades.
A Polícia Civil vai analisar documentos, fluxos administrativos e eventuais responsabilidades. As investigadas terão direito ao contraditório e à ampla defesa.
Se confirmadas as suspeitas, o episódio expõe não apenas um possível crime, mas um alerta: controle interno não é formalidade — é proteção patrimonial.





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