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Balilla sobe em caminhão do lixo, posa de gari e faz espetáculo hipócrita para enganar a população

Após ignorar garis por dois mandatos, vereador usa servidores como figurantes em ato politiqueiro e desesperado para tentar salvar a própria carreira.  Não existe nenhum projeto ou indicação para a referida categoria pela qual posa de defensor.

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O vereador Balilla protagonizou, nesta quarta-feira (29), uma das cenas mais vergonhosas da política recente. Vestido de gari e em cima de um caminhão do lixo, ele tentou posar de herói popular, mas entregou apenas um espetáculo hipócrita, vazio e ofensivo para quem realmente trabalha debaixo de sol e chuva.

Durante dois mandatos inteiros, Balilla jamais apresentou um único projeto, discurso ou ação em defesa dos garis — informação confirmada pelos registros públicos da Câmara Municipal ate dezembro de 2024.

Nunca se interessou por melhores salários, melhores condições de trabalho ou qualquer benefício para a categoria. Agora, acuado por denúncias e pela rejeição popular, veste o uniforme alheio como figurino e tenta, no desespero, se apropriar da luta de quem sempre ignorou.

O ato não passou de uma encenação grotesca, típica do velho politiqueiro que vive de marketing e de manipulação da opinião pública. Enquanto posava para fotos, sorridente, os garis de verdade faziam o trabalho pesado: recolhiam sacos de lixo, varriam ruas e mantinham a cidade limpa — sem holofotes, sem discursos ensaiados, sem segundas intenções.

A história de “perseguição midiática” que Balilla insiste em repetir é outra farsa. Não existe perseguição; existe jornalismo. Fatos, documentos e investigações são públicos, e a imprensa tem a obrigação de mostrar o que ele tenta esconder. Mas, para quem vive de vitimismo e de discursos fabricados, qualquer manchete vira inimigo.

A população, no entanto, não é ingênua. “Ele nunca fez nada por nós. Agora quer aparecer usando a gente como cenário. Isso é um desrespeito”, desabafou um servidor da limpeza urbana, indignado com a exploração política da categoria.

No fim, Balilla conseguiu apenas reforçar o que todos já sabem: não é defensor dos trabalhadores, não é vítima da imprensa, e muito menos herói popular. É, sim, um político oportunista que tenta transformar encenação em redenção — mas acaba entregando apenas mais um capítulo de hipocrisia explícita.

O vereador ficou 2 semanas sem comparecer na Câmara. Imagina se fosse um servidor, o que aconteceria?


Este texto expressa opinião jornalística baseada em fatos públicos e notórios, assegurados por registros oficiais e pelo direito constitucional de liberdade de imprensa e crítica.


 

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