Prefeito leva a Brasília pedido para inclusão do aeroporto de Patrocínio no Plano Nacional de Aviação
Documento entregue a ministros busca inserir o município em rota estratégica de desenvolvimento e ampliar conexões logísticas e econômicas

A agenda do Governo Municipal em Brasília incluiu, nesta semana, a apresentação da demanda para que o Aeroporto de Patrocínio passe a integrar o Plano Nacional de Aviação. A proposta, considerada estratégica pela administração, pretende ampliar a capacidade logística do município e fortalecer projetos de desenvolvimento econômico em andamento.
O prefeito entregou o documento aos ministros Alexandre Silveira e Sílvio Costa Filho, em reunião acompanhada pela deputada federal Greyce Elias, que tem atuado como articuladora de iniciativas voltadas à infraestrutura regional. Segundo a gestão, a inclusão do aeroporto no plano federal representa uma oportunidade para assegurar novos investimentos, facilitar o acesso aéreo e conectar Patrocínio a polos de negócios e inovação.
A administração municipal afirma que seguirá atuando junto ao Governo Federal para consolidar a proposta e alinhar o município às diretrizes nacionais de transporte e mobilidade.





Quando eu falo que Patrocínio morre de inveja e ódio de Patos ter crescido mais e se destaca a cada dia vcs acham ruim mais uma prova de que copiam Patos: Patos de Minas deu mais um importante passo no fortalecimento de sua infraestrutura e conectividade regional. O município passou a integrar o Cenário Base do Plano Aeroviário Nacional (PAN), classificação do programa do Governo federal que reconhece aeroportos com elevado potencial estratégico para o país.
A conquista é resultado de reunião realizada nessa terça-feira (4/11), em Brasília, na Secretaria Nacional de Aviação Civil. Na ocasião, a vice-prefeita Sandra Gomes apresentou as potencialidades locais, em um trabalho de articulação que reforçou o protagonismo do município no cenário regional. Ela esteve acompanhada do secretário Municipal de Trânsito, Transporte e Mobilidade, Ocimar de Lima, e da diretora de Transportes, Valeika Carminati.
Durante a reunião, os gestores também destacaram os avanços do Aeroporto Pedro Pereira dos Santos desde o início da operação de voos regulares, ressaltando o crescimento expressivo no número de embarques, desembarques, pousos e decolagens. Além disso, foram apresentados gráficos que demonstram o crescimento exponencial da movimentação aérea e o impacto positivo que a conectividade vem gerando para os setores produtivos, de serviços e para o turismo local.
Na oportunidade, a vice-prefeita destacou a força produtiva e a posição geográfica estratégica de Patos de Minas, fatores que consolidam a cidade como importante eixo de integração e logística regional. O aeroporto municipal, nesse contexto, é essencial para a mobilidade de pessoas e mercadorias, impulsionando o desenvolvimento econômico, o turismo e o acesso a serviços de saúde e educação.
A elevação de Patos de Minas ao Cenário Base do PAN permitirá ao município acesso a novos recursos para investimentos em infraestrutura aeroportuária, como ampliação de pista e pátio, reformulação do terminal de passageiros, melhoria da sinalização e balizamento, entre outros avanços.
A inclusão na nova categoria é um reconhecimento do potencial e da eficiência operacional do aeroporto patense, abrindo caminho para que o município receba aeronaves de maior porte e amplie o interesse de novas companhias aéreas em operar voos regulares.
A nota oficial confirmando a elevação de Patos de Minas para o Cenário Base deve ser publicada no início do próximo ano, consolidando marco importante no desenvolvimento logístico e econômico da cidade.
Quando aparece algum anúncio sobre Patos, sempre surge gente querendo transformar isso numa espécie de competição infantil com Patrocínio. A história do PAN é mais um exemplo. É uma classificação técnica, comum em vários aeroportos do país, e não um selo de qualidade de vida ou de gestão pública. Mas basta isso para alguns tentarem criar a narrativa de que “Patos cresce mais” ou que “Patrocínio copia Patos”. É uma forçação de barra que já cansou.
A verdade é que desenvolvimento não se mede apenas por tamanho ou por aparecer em lista federal. Crescimento desordenado, expansão sem planejamento e problemas urbanos acumulados não fazem de nenhuma cidade um modelo. Patos tem seus méritos, mas também tem desafios enormes que a população conhece bem.
Patrocínio, por outro lado, avançou por outro caminho. É uma cidade mais organizada, mais bonita e com um padrão de cuidado urbano que salta aos olhos de qualquer visitante. A administração seguiu uma linha de planejamento que prioriza qualidade de vida, estrutura bem-feita e serviços que funcionam. É isso que faz diferença na vida real das pessoas — não números soltos em documentos federais.
Tamanho, por si só, não significa nada. Pode crescer para o lado errado, pode gerar problemas, pode virar dor de cabeça. Patrocínio escolheu crescer com critério. E é justamente isso que a coloca em posição de destaque no Alto Paranaíba.
Portanto, não há motivo para complexo de inferioridade.
Patrocínio não copia ninguém. Não precisa. Segue seu próprio rumo e, sem alarde, se tornou a cidade mais bonita e mais bem cuidada da região. Isso não vem de ranking — vem de resultado concreto.
Sim meu querido tente te entender só que faz uma pequena observação pois a adm daí só faz quando Patos já fez. Exemplo festa de vcs, comentários de ex prefeitos modelo de transporte publico, adoção de praças e espaços públicos e tantas outras coisa que se eu citar vai encher demais. Não tô criticando o fato de crescer só como é narrado. Será mesmo que quando surge esses comentários vem é de Patos pelo que eu vejo não. Olha é tão verdade o que estou falando que até a festa de vcs será em maio um mês que não tem nada haver com a história local difernte de Patos de Minas e a prefeitura argumentou que é porque o mês de abril chove mais maio também chove será mesmo que tudo isso é concidência? Agora vc entende o que eu estou falando querndo ou não dói sim em vc Patos ter crescido mais até a decoração de natal foi parecida com a de Patos então não venha com este papo de que esse tipo de coisa surge de Patos por que não é a gente que se inspira em vcs as duas não têm o mesmo papel . desculpa mais é a realidade faça uma pesquisa e verás quem copia quem.
Engraçado… quando a notícia é boa pra Patos, sempre aparece esse discurso de “competição infantil”, “ranking que não importa” e “tamanho não significa nada”.
Mas quando é pra Patrocínio, aí já vira motivo de orgulho, “cidade referência”, “planejamento exemplar” e por aí vai. Curioso esse padrão, né?
Sobre o PAN:
Se fosse tão “técnico e irrelevante” assim, por que Patrocínio está justamente tentando entrar nele agora?
Ou seja:
– Quando Patos consegue → “ah, isso não quer dizer nada”.
– Quando Patrocínio tenta conseguir → “é estratégico, importante e vai mudar tudo”.
Coerência passou longe.
E outra: chamar o crescimento de Patos de “desordenado”, mas ao mesmo tempo passar ANOS tentando correr atrás das mesmas estruturas (aeroporto integrado, eventos maiores, parque tecnológico, complexos regionais, hospitais referências, etc.) é no mínimo… curioso.
No fim das contas, cada cidade segue seu caminho.
A diferença é que Patos não precisa diminuir Patrocínio para afirmar sua importância.
Já Patrocínio… bem, o tanto de texto defensivo toda vez que Patos aparece em alguma conquista fala por si só.
Mas fique tranquilo:
Complexo de inferioridade não é quando a outra cidade cresce.
É quando você tenta disfarçar que isso te incomoda.
Olha, eu entendo seu ponto, mas vamos colocar as coisas de forma clara: Patrocínio não está em competição com Patos de Minas, e nunca deveria estar. Essa narrativa de rivalidade é velha, inútil e só atrapalha. As duas cidades cumprem papéis diferentes, têm histórias próprias e, querendo ou não, dependem uma da outra dentro da mesma região.
Sobre “copiar” isso ou aquilo, é simples: gestão pública não é concurso de originalidade. Se uma ideia deu certo em Patos, Araxá, Uberlândia ou qualquer outra cidade, por que Patrocínio não poderia adaptar? Ficar parado só para não parecer que “imitou” seria burrice administrativa. Prefeito que trabalha com visão não perde tempo com vaidade — executa o que funciona.
E o atual prefeito de Patrocínio tem exatamente esse perfil. Ele é parceiro do Falcão, tem diálogo com Patos e com todas as cidades do entorno. Isso é maturidade política. Crescimento regional exige cooperação, não picuinha.
Falar que a festa mudou de mês por causa disso ou daquilo é uma teoria conveniente, mas completamente desconectada de como decisões reais são tomadas. Datas mudam por logística, orçamento, disponibilidade de estrutura e planejamento. Tentar encaixar uma narrativa de “cópia” em tudo é forçar demais.
E mais: decoração de Natal parecida? Hoje todas as cidades usam os mesmos fornecedores, os mesmos modelos de iluminação e as mesmas tendências de mercado. Isso não tem absolutamente nada a ver com imitação. É apenas o padrão nacional de iluminação pública festiva.
No fim das contas, é simples: Patrocínio não vive olhando para Patos. Vive trabalhando. Se Patos fez antes, ótimo. Isso só mostra que existe referência perto, ao alcance. Patrocínio não vai retroceder, deixar de avançar ou esconder boas ideias só para evitar comparações inventadas.
A verdade é que as duas cidades têm importância enorme para a região, e qualquer tentativa de transformar isso numa competição é pura infantilidade política. Quem administra de verdade sabe que cooperação traz resultado; rivalidade, não.
Sobre essa ideia de que ‘as duas cidades dependem uma da outra’, vamos ser realistas: Patos de Minas não depende de Patrocínio para funcionar em nenhum setor essencial — nem em saúde, nem em comércio, nem em logística, nem em educação, nem em eventos. Patos já é polo regional por estrutura própria, não por relação de dependência.
Agora, o contrário acontece sim: Patrocínio utiliza Patos para serviços de saúde de maior complexidade, exames, universidades, comércio regional, eventos de grande porte e até logística aérea. Isso é normal, cidades menores se integram a polos maiores — mas não dá para inverter isso e fingir que é uma dependência mútua.
Cooperação é positiva, claro. Mas cooperação é uma coisa; dependência é outra.
Patos cresce sozinho, atrai sozinho e funciona sozinho.
Patrocínio se beneficia de Patos, e isso não é demérito nenhum — é apenas a dinâmica natural de qualquer região com um polo consolidado.
Forçar uma simetria que não existe é que vira narrativa.
O discurso de que Patrocínio “depende” de Patos de Minas simplesmente não se sustenta quando analisamos indicadores econômicos, estrutura pública, arrecadação e capacidade operacional de cada município. Na prática, Patrocínio é uma das cidades mais ricas, produtivas e autossuficientes do interior mineiro. Não há qualquer relação de dependência econômica, logística ou administrativa.
Primeiro: Patrocínio não utiliza Patos como referência de desenvolvimento. O município tem uma das economias mais pujantes da região graças ao agronegócio, indústria alimentícia, cooperativas fortes, alto PIB per capita e capacidade de investimento muito superior à média das cidades do mesmo porte. Enquanto muitos municípios orbitam polos maiores por falta de estrutura, Patrocínio sustenta sua própria rede de serviços, saúde, educação, comércio e geração de empregos.
Segundo: dizer que Patrocínio “usa” Patos é uma fantasia criada por quem precisa inflar a importância regional de Patos para sustentar um orgulho local. Na prática, quando um cidadão de Patrocínio busca serviços fora, isso ocorre de forma pontual, como acontece em qualquer cidade média. Mas isso não significa dependência. Dependência é quando a cidade não funciona sem o outro município. E esse definitivamente não é o caso.
Terceiro: Patrocínio tem hospitais fortes, rede privada sólida, comércio em expansão, universidades instaladas, sistema logístico próprio e uma economia que não gira em torno de nenhum município vizinho. Patrocínio gera riqueza suficiente para ser protagonista — e é. Não é satélite de ninguém.
Quarto: Patos tenta sustentar uma narrativa de “polo único”, mas isso não transforma automaticamente os outros municípios da região em dependentes. Patrocínio cresce por mérito próprio, por investimentos privados e por sua força produtiva — não por influência de Patos, e muito menos em função dela.
Portanto, a tentativa de impor uma relação assimétrica é simplesmente narrativa regionalista. Patrocínio não depende de Patos. Patrocínio não gira em função de Patos. Patrocínio não é sustentado por Patos. A verdade é que são cidades diferentes, com vocações diferentes, e Patrocínio, especificamente, tem musculatura econômica suficiente para andar com as próprias pernas — e anda.
“Eu concordaria com essa teoria de ‘cooperação’ se Patrocínio realmente agisse assim.
Mas a própria resposta de vocês prova justamente o contrário:
– dizem que ‘não existe competição’,
mas toda vez que Patos conquista algo, vocês publicam texto tentando desmerecer.
– dizem que ‘não vivem olhando para Patos’,
mas o calendário, a festa, o discurso e até os projetos anunciados seguem exatamente a mesma direção.
– dizem que ‘não é sobre imitar’,
mas quando Patos faz, vocês justificam por que Patrocínio também faz logo depois.
Cooperação verdadeira não precisa de tanta explicação defensiva.
E outra coisa: quando vocês mesmo afirmam que Patrocínio “adapta o que funciona em outras cidades”,
não deixa de ser uma admissão de que Patos é, sim, referência — só não querem dizer abertamente.
No mais, ninguém aqui está discutindo se Patrocínio trabalha ou não.
A questão é simples: Patos e Patrocínio têm trajetórias diferentes, pesos diferentes e impactos diferentes no Alto Paranaíba.
Negar isso é bonito no discurso, mas não fecha com a realidade.
Se fosse realmente ‘sem rivalidade’,
vocês não precisariam escrever um texto inteiro toda vez que Patos recebe reconhecimento federal.
No fim das contas, é igual eu disse:
Patrocínio pode avançar o quanto quiser — e deve.
Mas isso não apaga o protagonismo de Patos, não diminui sua posição regional e nem transforma expansão alheia em ‘infantilidade’.
É só a realidade dos fatos.”**
É até curioso ver gente insistindo nessa ideia de que Patrocínio “depende” de Patos de Minas, como se isso fosse algum fato estabelecido. Na boa: isso não cola. É o tipo de argumento que só convence quem já está desesperado para se sentir polo regional.
Patrocínio não depende de Patos. Ponto.
E quem afirma o contrário, sinceramente, deveria olhar a realidade em vez de repetir bravata de rede social.
Patrocínio tem economia forte, arrecadação alta, agronegócio gigantesco, cooperativas poderosas, comércio sólido, universidades, hospitais privados crescendo e capacidade de investimento que não precisa pedir bênção a município vizinho nenhum. É uma cidade que se sustenta, que cresce por mérito próprio e que não precisa buscar “identidade” fora.
A insistência nessa narrativa de que Patrocínio “usa” Patos chega a ser engraçada. É como se a pessoa estivesse mais preocupada em inflar o ego da própria cidade do que em discutir fatos. Quando alguém daqui procura algo fora, é pontual, como qualquer cidade média faz. Isso não torna ninguém dependente. Dependência é quando a cidade não funciona sem a outra — e Patrocínio funciona, e muito bem.
Enquanto alguns vivem repetindo esse discurso de polo, Patrocínio simplesmente trabalha, cresce e entrega resultado.
Sem precisar posar de centro de nada.
A verdade é bem simples e dói para alguns: Patrocínio é uma das melhores cidades para viver na região, com qualidade de vida, oportunidades, investimentos, segurança e estrutura. Uma cidade que anda com as próprias pernas. Uma cidade rica, forte e autônoma.
Quem tenta afirmar o contrário não está defendendo tese nenhuma. Está só tentando puxar Patrocínio para baixo por pura insegurança. Mas isso também já virou rotina: quando falta argumento, sobra narrativa.
E, como sempre, narrativa não muda a realidade. Patrocínio segue forte — com ou sem aprovação de quem vive incomodado com isso.
Prezados, sou cidadã e acho bem infantil essa discussão em querer dizer que Patrocínio cópia Patos de Minas ou que isso ou aquilo……. Acho que esse Patureba tem algum complexo…..!, e se tiver copiando? qual o problema?. O sol nasce pra todos. Todos nos queremos crescer, desenvolver. Para com isso de achar que Patos x Patrocínio ou vice- versa. Se Patrocinenses querem que a nossa cidade se desenvolva isso não tira a oportunidade de que Patos tbem o façam . Parabéns ao nosso prefeito que sempre está buscando desenvolvimento e oportunidades de crescimento para a nossa cidade