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O que Balila tem contra as crianças? Escola Municipal reage com indignação ao ataque do vereador suspenso pela Câmara que tentou transformar uma formatura infantil em escândalo político

Direção, pais e servidores denunciam distorções, rebatem acusações e apontam desprezo do vereador pela comunidade escolar, após vídeo com falsas insinuações atingir crianças, famílias e profissionais da educação.

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A Escola Municipal Mariana Tavares divulgou, nesta terça-feira, uma nota de repúdio contra o vereador suspenso pela Câmara, Ricardo Balila, após a circulação de um vídeo em que ele acusa a instituição de suposto uso indevido de recursos públicos durante a organização da formatura dos alunos. As declarações, consideradas irresponsáveis e ofensivas pela comunidade, provocaram forte reação entre pais, servidores e moradores do bairro.

A direção afirma que Balila ignorou informações básicas, distorceu fatos e atacou gratuitamente uma escola reconhecida pela tradição e pelo serviço prestado à população. O gesto, avaliam os educadores, expõe desprezo pelas crianças e também um profundo desrespeito às famílias e à própria comunidade que o vereador diz representar.

Segundo a instituição, o pedido de uso da quadra da Igreja Presbiteriana do bairro Constantino foi formalizado em 24 de novembro, seguindo orientação da Secretaria Municipal de Educação. A escola enfatiza que qualquer unidade municipal pode solicitar, sem custos, o empréstimo ou a cessão de espaços físicos adequados para eventos pedagógicos. O objetivo, reforça a direção, era oferecer mais conforto às crianças durante a cerimônia de formatura, realizada próximo à escola e em local amplo.

A nota refuta de maneira categórica qualquer tentativa de vincular o evento a interesses políticos ou religiosos. A direção denuncia que as insinuações do vereador violam a verdade, atacam profissionais que trabalham diariamente pela educação das crianças e tentam transformar um momento de celebração em palanque de conflito.

O texto publicado pela escola descreve as acusações como irresponsáveis, levianas e ofensivas, afirmando que Balila prestou um desserviço à comunidade ao criar polêmica onde não havia irregularidade alguma. O repúdio expressa revolta com o que pais classificaram como um ataque gratuito que expôs crianças e professoras por puro oportunismo político.

A comunidade escolar encerra a nota cobrando respeito e responsabilidade, afirmando que continuará a defender seus alunos e os princípios de transparência e serviço público que orientam o trabalho da instituição.

 

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